quinta-feira, 25 de março de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
A inexplicável insistência da Folha
JOSÉ DIRCEU
Analisando os fatos relacionados à Eletronet, sou obrigado a perguntar: onde está o caso que a Folha insiste em dizer que existe?
É INEXPLICÁVEL , sob o ponto de vista jornalístico, a insistência desta Folha de S.Paulo em seguir produzindo reportagens sobre a Eletronet, procurando envolver meu nome a todo custo e trazendo sempre informações pela metade.
Não bastasse a série de textos produzidos desde 23/2, no último dia 14/3 o jornal trouxe reportagem com o título "Com Lessa, BNDES negociou o controle da Eletronet em 2003" para tentar manter aceso um caso natimorto.
Sobre essa última reportagem, tenho a dizer que a Folha insiste em fingir desconhecer que não dei consultoria para as empresas Contem Canadá e Star Overseas, mas para a empresa Adne.
O jornal também dá de ombros ao que tenho exaustivamente repetido sobre a natureza da consultoria prestada pela minha empresa: visão de negócios na América Latina.
Insiste ainda em afirmar que eu recebi R$ 620 mil, fingindo ignorar que o contrato da Adne foi com minha empresa de consultoria, que prestou serviços durante 31 meses, recebendo uma contraprestação de R$ 20 mil mensais, valor que em sua maior parte foi destinado ao pagamento de impostos, consultores, colaboradores diversos e serviços terceirizados.
O jornal procura dar ar de escândalo a uma negociação entre um banco público e uma empresa, que tinha por objetivo preservar o interesse nacional. Digo isso porque a empresa norte-americana AES, à época a principal controladora da Eletronet, estava insolvente.
O então presidente do BNDES, Carlos Lessa, autorizou-me a afirmar que nunca, em momento algum, fiz qualquer intervenção a favor de quem quer que seja, muito menos da Eletronet ou dos controladores da empresa.
Simplesmente ignorando o que disse o ex-ministro Luiz Gushiken (Assuntos Estratégicos) em entrevistas concedidas a dois jornais, a Folha insiste em fazer ilações sobre minha suposta participação, em 2005 ou mesmo anteriormente, nas discussões governamentais que envolvessem a Eletronet.
Vale lembrar ainda que a consultoria prestada pela minha empresa teve início em março de 2007, dois anos após eu ter deixado o governo e, principalmente, dois anos após as empresas Contem Canadá e Star Overseas terem adquirido a participação da empresa norte-americana AES na Eletronet.
E também que, dois meses depois de ter início o contrato de consultoria, o governo optou por disputar na Justiça os ativos da Eletronet, 16 mil quilômetros de cabos de fibras ópticas, com o intuito de utilizá-los para a implantação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).
Trata-se de uma decisão claramente contrária aos interesses dos controladores privados da empresa, o que inclui o sr. Nelson dos Santos, proprietário da Star Overseas, e que tem se mostrado acertada, uma vez que a Justiça decidiu favoravelmente à União no fim do ano passado.
Há que falar também sobre a questão central levantada pela Folha, o "lucro de R$ 200 milhões" que o sr. Nelson dos Santos teria com o uso dos cabos cedidos à Eletronet para a implantação do PNBL.
Na primeira reportagem que publicou sobre o assunto, no dia 23/2, o jornal afirmava que "advogados envolvidos nesse processo estimam que, com a recuperação da Telebrás, ele (Nelson dos Santos) ganhe cerca de R$ 200 milhões".
No dia 25/2, o jornal dizia que a estimativa de lucro viera do próprio empresário. E no dia 28/2, publicava: "Nelson dos Santos afirma que tem direito a receber cerca de R$ 200 milhões como indenização, caso a Eletronet não seja reativada".
Dia após dia, desde 23/2, a Folha foi mudando sua versão sobre como o empresário ganharia os supostos R$ 200 milhões para, no dia 6/3, acanhadamente, dizer que "as chances de os sócios da Eletronet -entre eles, Nelson dos Santos, que contratou os serviços do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu- receberem alguma coisa é tida como "muito remota" pelos advogados, analisando apenas documentos até agora divulgados".
Se o empresário para o qual minha empresa prestou consultoria sobre cenários econômicos na América Latina, e não sobre a Eletronet, não será beneficiado com dinheiro público; se minha posição em artigos e em meu blog sempre foi contrária aos interesses dos controladores privados da Eletronet; se dois meses após o início da consultoria, o governo decidiu disputar os ativos da Eletronet na Justiça, o que é contrário aos interesses desses mesmos controladores privados; e se a Justiça tem decidido favoravelmente ao governo, então sou obrigado a perguntar: onde está o caso que a Folha insiste em dizer que existe?
JOSÉ DIRCEU DE OLIVEIRA , 64, é advogado. Foi ministro-chefe da Casa Civil (governo Lula) e presidente do PT. Teve seu mandato de deputado federal pelo PT-SP cassado em 2005.
Analisando os fatos relacionados à Eletronet, sou obrigado a perguntar: onde está o caso que a Folha insiste em dizer que existe?
É INEXPLICÁVEL , sob o ponto de vista jornalístico, a insistência desta Folha de S.Paulo em seguir produzindo reportagens sobre a Eletronet, procurando envolver meu nome a todo custo e trazendo sempre informações pela metade.
Não bastasse a série de textos produzidos desde 23/2, no último dia 14/3 o jornal trouxe reportagem com o título "Com Lessa, BNDES negociou o controle da Eletronet em 2003" para tentar manter aceso um caso natimorto.
Sobre essa última reportagem, tenho a dizer que a Folha insiste em fingir desconhecer que não dei consultoria para as empresas Contem Canadá e Star Overseas, mas para a empresa Adne.
O jornal também dá de ombros ao que tenho exaustivamente repetido sobre a natureza da consultoria prestada pela minha empresa: visão de negócios na América Latina.
Insiste ainda em afirmar que eu recebi R$ 620 mil, fingindo ignorar que o contrato da Adne foi com minha empresa de consultoria, que prestou serviços durante 31 meses, recebendo uma contraprestação de R$ 20 mil mensais, valor que em sua maior parte foi destinado ao pagamento de impostos, consultores, colaboradores diversos e serviços terceirizados.
O jornal procura dar ar de escândalo a uma negociação entre um banco público e uma empresa, que tinha por objetivo preservar o interesse nacional. Digo isso porque a empresa norte-americana AES, à época a principal controladora da Eletronet, estava insolvente.
O então presidente do BNDES, Carlos Lessa, autorizou-me a afirmar que nunca, em momento algum, fiz qualquer intervenção a favor de quem quer que seja, muito menos da Eletronet ou dos controladores da empresa.
Simplesmente ignorando o que disse o ex-ministro Luiz Gushiken (Assuntos Estratégicos) em entrevistas concedidas a dois jornais, a Folha insiste em fazer ilações sobre minha suposta participação, em 2005 ou mesmo anteriormente, nas discussões governamentais que envolvessem a Eletronet.
Vale lembrar ainda que a consultoria prestada pela minha empresa teve início em março de 2007, dois anos após eu ter deixado o governo e, principalmente, dois anos após as empresas Contem Canadá e Star Overseas terem adquirido a participação da empresa norte-americana AES na Eletronet.
E também que, dois meses depois de ter início o contrato de consultoria, o governo optou por disputar na Justiça os ativos da Eletronet, 16 mil quilômetros de cabos de fibras ópticas, com o intuito de utilizá-los para a implantação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).
Trata-se de uma decisão claramente contrária aos interesses dos controladores privados da empresa, o que inclui o sr. Nelson dos Santos, proprietário da Star Overseas, e que tem se mostrado acertada, uma vez que a Justiça decidiu favoravelmente à União no fim do ano passado.
Há que falar também sobre a questão central levantada pela Folha, o "lucro de R$ 200 milhões" que o sr. Nelson dos Santos teria com o uso dos cabos cedidos à Eletronet para a implantação do PNBL.
Na primeira reportagem que publicou sobre o assunto, no dia 23/2, o jornal afirmava que "advogados envolvidos nesse processo estimam que, com a recuperação da Telebrás, ele (Nelson dos Santos) ganhe cerca de R$ 200 milhões".
No dia 25/2, o jornal dizia que a estimativa de lucro viera do próprio empresário. E no dia 28/2, publicava: "Nelson dos Santos afirma que tem direito a receber cerca de R$ 200 milhões como indenização, caso a Eletronet não seja reativada".
Dia após dia, desde 23/2, a Folha foi mudando sua versão sobre como o empresário ganharia os supostos R$ 200 milhões para, no dia 6/3, acanhadamente, dizer que "as chances de os sócios da Eletronet -entre eles, Nelson dos Santos, que contratou os serviços do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu- receberem alguma coisa é tida como "muito remota" pelos advogados, analisando apenas documentos até agora divulgados".
Se o empresário para o qual minha empresa prestou consultoria sobre cenários econômicos na América Latina, e não sobre a Eletronet, não será beneficiado com dinheiro público; se minha posição em artigos e em meu blog sempre foi contrária aos interesses dos controladores privados da Eletronet; se dois meses após o início da consultoria, o governo decidiu disputar os ativos da Eletronet na Justiça, o que é contrário aos interesses desses mesmos controladores privados; e se a Justiça tem decidido favoravelmente ao governo, então sou obrigado a perguntar: onde está o caso que a Folha insiste em dizer que existe?
JOSÉ DIRCEU DE OLIVEIRA , 64, é advogado. Foi ministro-chefe da Casa Civil (governo Lula) e presidente do PT. Teve seu mandato de deputado federal pelo PT-SP cassado em 2005.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Em três anos de Lula, São Paulo criou três vezes mais empregos do que no segundo mandato de FHC
BOM DIA A TODOS E TODAS!
ESSA NOTÍCIA ABAIXO A MÍDIA GOLPISTA DO "PIG" NÃO DIVULGA!!!! PORQUE SERÁ!!!!;
MAIS SE FOSSE UMA INAUGURAÇÃO DE MAQUETE DO ZÉ PEDÁGIO!!!
MAIS TRABALHO:
O patrocínio e o impulso do Governo Lula ao processo de crescimento econômico produziram em São Paulo, apenas no período 2007-2009, quase o triplo do número de empregos criados no estado durante todo o segundo mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso. De 1999 a 2002 – os quatro anos do segundo Governo FHC – a economia abriu em São Paulo menos de 514 mil novos postos de trabalho. Já nos três anos do segundo Governo Lula, o número de novos empregos no estado ultrapassou a 1,4 milhão.
Esses dados constam do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho, e foram reunidos pela bancada do PT na Assembleia Legislativa paulista. Os números do CAGED mostram que a economia gerou em São Paulo, no pior ano do Governo Lula para a geração de empregos, mais postos de trabalho do que no melhor ano do Governo Fernando Henrique. Enquanto em 2000, no melhor ano do segundo Governo FHC, foram criados em São Paulo pouco mais de 240 mil novos postos, em 2009 – pior ano sob o segundo Governo Lula devido à crise internacional – o número de empregos gerados no estado ultrapassou a 277 mil.
Desde que Lula assumiu a Presidência da República, em 2003, mais de três milhões de postos de trabalho foram criados em São Paulo até o fim de 2009. E à exceção do primeiro ano de mandato, em todos os outros o número de empregos gerados em São Paulo foi superior aos gerados a cada ano do Governo FHC.
CRIAÇÃO DE EMPREGOS EM SÃO PAULO
Governo FHC
1999 -109.564
2000 240.882
2001 182.969
2002 199.678
Total no segundo mandato de FHC 513.965
Governo Lula
2003 171.509
2004 497.652
2005 472.931
2006 472.627
2007 611.539
2008 525.607
2009 277.573
Total no Governo Lula 3.029.438
Total em três anos do segundo mandato de Lula 1.414.719
SERÁ QUE PODE SEQUER COMPARAR!
ABÇ FRATERNO.
domingo, 21 de março de 2010
A força da blogosfera lulopetista
A blogosfera lulopetista cada vez mais mostra sua força.Não fosse o descobrimento dessa picaretagem comandada por demo-tucano, por parte da blogosfera lulopetista, jamais o PiG publicaria uma matéria dessas.Veja que este fato foi divulgado por um dos blogs lulopetista(não me lembro qual deles) há mais de 60 dias e só agora é que o PiG veio repercutí-lo.
Hackers demotucanos usam técnica para relacionar Lula a ‘mentiroso’ no Google
A técnica é uma velha conhecida de hackers e usuários experientes da rede. Trata-se do Googlebombing – ou “bombardeando o Google”, em português. Nas palavras da própria gigante das buscas, é uma prática em que “alguns internautas podem produzir resultados estranhos, criando falso link entre um termo buscado e seu resultado”.
SABE PORQUE ISSO TUDO:
PORQUE:
Dilma lidera nº de buscas no Google!
Após anunciar oficialmente sua pré-candidatura à sucessão presidencial, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), demorou 20 dias para ultrapassar a senadora Marina Silva (PV) no volume de buscas no Google. Agora, Dilma aparece na frente de Marina, do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), e do deputado Ciro Gomes (PSB), em curva ascendente. A informação é da Folha de S.Paulo.
O diretor-geral do Datafolha analisou o fenômeno e afirmou que o volume de buscas está relacionado ao grau de conhecimento dos candidatos, que foi medido pelo instituto. Marina Silva, segundo a pesquisa, atingiu 56% de conhecimento. "Como o público que faz buscas no Google é mais qualificado, assim como os eleitores de Marina, é provavelmente e neste momento, o mais engajado, acredito que tenha também mais acesso à ferramenta, disse. Segundo o Datafolha, Marina, que agora aparece em segundo lugar no volume de buscas, tem 76% de conhecimento entre os entrevistados com maior grau de escolaridade.
Em linhas gerais, funciona assim: o usuário escolhe uma palavra ser procurada e o website que será o alvo. No caso, a palavra “mentiroso” e o verbete da Wikipedia. A partir daí, o internauta mal-intencionado cria links para esta página através da palavra escolhida, distribuindo-o em websites, em sua assinatura em fóruns, em blogs, etc.
O resultado é uma consequência do próprio sistema de indexação do Google, que organiza as páginas buscadas pela quantidade de links feitas a ela. Ou seja, quanto maior o número de referências para página de Lula na Wikipedia através da palavra “mentiroso”, mais bem classificada ela será no resultado da busca.
Apesar do viés político do caso em questão, a empresa, por meio de sua assessoria, afirma ver na técnica mais uma “brincadeira” do que um ato de ativismo político. Seja como for, a maioria dos casos de Googlebombing é político. Buscas por “maior mentiroso do Brasil” também levam para página de Lula na Wikipedia. Dê um Google por “político honesto” e você encontrará uma página de “erro 404″ com a inscrição “político honesto não encontrado”.
Nos Estados Unidos, segundo post do blog do Google, esse tipo de ataque voltou a chamar a atenção em janeiro de 2009, quando resultados forçados relacionavam buscas pela palavra failure (falha) à página da biografia do presidente Barack Obama.
No mesmo post, a empresa explica que possui um algoritmo que detecta Googlebombs, mas que o utiliza muito pouco, já que “ele usa uma capacidade muito grande de processamento de dados para rastrear toda a web e muito raramente Googlebombs verdadeiros são criados”.
Sobre a situação no Brasil, o Google diz não tolerar “a prática do Googlebombing, ou qualquer outra ação que visa afetar a integridade dos resultados de pesquisa”, mas não respondeu se tomará alguma providência no caso em questão.
Procurada pela equipe do Blog, a Presidência da República disse que não irá .Estadão.
Hackers demotucanos usam técnica para relacionar Lula a ‘mentiroso’ no Google
Experimente fazer uma pesquisa com a palavra “mentiroso” no Google e o que você encontrará como primeiro resultado é o verbete da Wikipedia sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Agora abra o texto da enciclopédia colaborativa e tente localizar a palavra “mentiroso”. Ela simplesmente não esta ali. A conclusão é óbvia: alguém está enganando o buscador, e o Google não esconde que seu sistema seja suscetível a esse tipo de ataque.
A técnica é uma velha conhecida de hackers e usuários experientes da rede. Trata-se do Googlebombing – ou “bombardeando o Google”, em português. Nas palavras da própria gigante das buscas, é uma prática em que “alguns internautas podem produzir resultados estranhos, criando falso link entre um termo buscado e seu resultado”.
SABE PORQUE ISSO TUDO:
PORQUE:
Dilma lidera nº de buscas no Google!
Após anunciar oficialmente sua pré-candidatura à sucessão presidencial, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), demorou 20 dias para ultrapassar a senadora Marina Silva (PV) no volume de buscas no Google. Agora, Dilma aparece na frente de Marina, do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), e do deputado Ciro Gomes (PSB), em curva ascendente. A informação é da Folha de S.Paulo.
O diretor-geral do Datafolha analisou o fenômeno e afirmou que o volume de buscas está relacionado ao grau de conhecimento dos candidatos, que foi medido pelo instituto. Marina Silva, segundo a pesquisa, atingiu 56% de conhecimento. "Como o público que faz buscas no Google é mais qualificado, assim como os eleitores de Marina, é provavelmente e neste momento, o mais engajado, acredito que tenha também mais acesso à ferramenta, disse. Segundo o Datafolha, Marina, que agora aparece em segundo lugar no volume de buscas, tem 76% de conhecimento entre os entrevistados com maior grau de escolaridade.
Em linhas gerais, funciona assim: o usuário escolhe uma palavra ser procurada e o website que será o alvo. No caso, a palavra “mentiroso” e o verbete da Wikipedia. A partir daí, o internauta mal-intencionado cria links para esta página através da palavra escolhida, distribuindo-o em websites, em sua assinatura em fóruns, em blogs, etc.
O resultado é uma consequência do próprio sistema de indexação do Google, que organiza as páginas buscadas pela quantidade de links feitas a ela. Ou seja, quanto maior o número de referências para página de Lula na Wikipedia através da palavra “mentiroso”, mais bem classificada ela será no resultado da busca.
Apesar do viés político do caso em questão, a empresa, por meio de sua assessoria, afirma ver na técnica mais uma “brincadeira” do que um ato de ativismo político. Seja como for, a maioria dos casos de Googlebombing é político. Buscas por “maior mentiroso do Brasil” também levam para página de Lula na Wikipedia. Dê um Google por “político honesto” e você encontrará uma página de “erro 404″ com a inscrição “político honesto não encontrado”.
Nos Estados Unidos, segundo post do blog do Google, esse tipo de ataque voltou a chamar a atenção em janeiro de 2009, quando resultados forçados relacionavam buscas pela palavra failure (falha) à página da biografia do presidente Barack Obama.
No mesmo post, a empresa explica que possui um algoritmo que detecta Googlebombs, mas que o utiliza muito pouco, já que “ele usa uma capacidade muito grande de processamento de dados para rastrear toda a web e muito raramente Googlebombs verdadeiros são criados”.
Sobre a situação no Brasil, o Google diz não tolerar “a prática do Googlebombing, ou qualquer outra ação que visa afetar a integridade dos resultados de pesquisa”, mas não respondeu se tomará alguma providência no caso em questão.
Procurada pela equipe do Blog, a Presidência da República disse que não irá .Estadão.
quinta-feira, 18 de março de 2010
GOVERNO LULA: Emprego formal bate recorde com mais de 205 mil novas vagas em fevereiro
ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, afirmou nesta segunda-feira (15) que os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados ) de fevereiro serão recorde, apontando a criação de mais de 205 mil empregos formais. "Estamos fechando os números de fevereiro hoje e já podemos considerar o melhor fevereiro da história de 22 anos do Caged", disse Lupi a jornalistas após evento no Rio de Janeiro.
"Este ano de 2010 tende a ser o melhor ano na geração de empregos na história do Brasil", acrescentou Lupi. A indústria, segundo ele, é um dos setores que está se destacando. "Houve demissões precipitadas. A indústria está contratando muito porque os estoques estavam altos e o setor, que acreditava que a crise ia ser avassaladora e não foi, agora está contratando em meses atípicos, como janeiro e fevereiro". O ministro disse ainda que a taxa média de desemprego neste ano, medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), deve ficar entre 7,4% e 7,5%, ante 8,1% em 2009.
"Este ano de 2010 tende a ser o melhor ano na geração de empregos na história do Brasil", acrescentou Lupi. A indústria, segundo ele, é um dos setores que está se destacando. "Houve demissões precipitadas. A indústria está contratando muito porque os estoques estavam altos e o setor, que acreditava que a crise ia ser avassaladora e não foi, agora está contratando em meses atípicos, como janeiro e fevereiro". O ministro disse ainda que a taxa média de desemprego neste ano, medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), deve ficar entre 7,4% e 7,5%, ante 8,1% em 2009.
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