segunda-feira, 29 de março de 2010

PAC 2 tem plano de investimentos de R$ 1,59 trilhão

A segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) tem previsão de investimentos de R$ 958,9 bilhões, no período 2011-2014. Para os anos pós-2014, a estimativa de investimentos é de R$ 631,6 bilhões. Os dois períodos somados alcançam um montante de R$ 1,59 trilhão.

O PAC 2 inclui novos projetos com investimentos para o período 2011-2014 e pós-2014 e incorpora ações com etapas iniciadas no primeiro PAC e que tinham originalmente cronogramas de execução previstos para depois de 2010.

Os focos de atuação do PAC 2 permanecem os mesmos – Logística, Energia e Social-Urbano -, mas para favorecer o acompanhamento e o controle social decidiu-se desdobrá-los em seis grupos: Cidade Melhor, Comunidade Cidadã, Minha Casa, Minha Vida, Água e Luz para Todos, Energia e Transportes.

Cada grupo conta com uma estimativa de recursos. Os grupos Transportes e Energia apresentam uma seleção preliminar de projetos. Os demais grupos, assim como foi feito no PAC, terão sua seleção de projetos feita entre abril e junho, a partir de diálogo com Estados e Municípios.

O Legado do PAC

O PAC é um programa estratégico de investimentos, que combina medidas de gestão e obras de infraestrutura. A primeira edição do Programa, lançada em janeiro de 2007, previa investimentos de R$ 503,9 bilhões até 2010. Este valor foi, posteriormente, ampliado para R$ 638 bilhões.

De acordo com o último relatório divulgado pelo comitê-gestor do PAC, o valor investido até dezembro de 2009 foi de R$ 403,8 bilhões, correspondendo a 63,3% do total.

As ações concluídas nos primeiros três anos totalizam R$ 256,9 bilhões, ou 40,3% do montante.

Um dos principais resultados do Programa foi ter elevado a taxa de investimento em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), de 16,4%, em 2006, para 18,7%, em 2009.

Os investimentos do Governo Federal (OGU e Estatais) também aumentaram sua participação no PIB, de 1,6% para 2,9%, no mesmo período.

O PAC contribuiu, ainda, para a geração novos postos de trabalho formal. Entre janeiro de 2007 e fevereiro de 2010 foram criados de 5,67 milhões de empregos. Em alguns setores envolvidos nas obras do Programa, a média de empregos criados é cinco ou seis vezes maior que a média geral.

De 2007 a 2009, as desonerações tributárias oriundas de medidas do PAC alcançaram R$ 42 bilhões, com previsão de mais R$ 24,1 bilhões para 2010.

Junto com a recuperação da capacidade de planejar e investir, o PAC firmou uma sólida parceria do setor público com o setor privado e revigorou o pacto federativo, promovendo um trabalho harmônico e integrado entre as esferas da Federação.


PAC 2 – EIXOS, ÁREAS, METAS E INVESTIMENTOS PREVISTOS


PAC – Cidade Melhor

Áreas – Saneamento, Prevenção em Áreas de Risco, Mobilidade Urbana e Pavimentação.

Meta – Enfrentar os principais desafios das grandes aglomerações urbanas, propiciando melhor qualidade de vida.

Investimento previsto – R$ 57,1 bilhões (2011-2014).


PAC – Comunidade Cidadã

Áreas – Unidades de Pronto-Atendimento (UPA) e Unidades Básicas de Saúde, Creches e Pré-escolas, Quadras esportivas nas escolas, Praças do PAC e Postos de Polícia Comunitária.

Meta – Presença do Estado nos bairros populares – aumentando a cobertura de serviços.

Investimento previsto – R$ 23 bilhões (2011-2014)



PAC – Minha Casa, Minha Vida

Áreas – Minha Casa, Minha Vida, Financiamento SBPE, Urbanização de Assentamentos Precários.

Meta – Redução do déficit habitacional, dinamizando o setor de construção civil e gerando trabalho e renda.

Investimento previsto – R$ 278,2 bilhões (2011-2014)



PAC – Água e Luz Para Todos

Áreas – Luz Para Todos, Água em Áreas Urbanas e Recursos Hídricos.

Meta – Universalização do acesso à água e à energia elétrica.

Investimento previsto – R$ 30,6 bilhões (2011-2014)



PAC – Transportes

Áreas – Rodovias, Ferrovias, Portos, Hidrovias, Aeroportos, Equipamentos para estradas vicinais.

Meta – Consolidar e ampliar a rede logística, interligando os diversos modais, garantindo qualidade e segurança.

Investimento previsto – R$ 104,5 bilhões (2011-2014) e R$ 4,5 bilhões (pós-2014).



PAC – Energia

Áreas – Geração e Transmissão de Energia Elétrica, Petróleo e Gás Natural, Indústria Naval, Combustíveis Renováveis, Eficiência Energética, Pesquisa Mineral.

Meta – Garantir a segurança do suprimento a partir de uma matriz energética baseada em fontes renováveis e limpas; Desenvolver as descobertas no Pré-Sal, ampliando a produção.

Investimento previsto – R$ 465,5 bilhões (2011-2014) e R$ 627,1 (pós-2014).

CONTINUANDO A DIZER, COMO O ZÉ PEDAGIO É BOM PARA SÃO PAULO

SERRA AINDA QUER SER PRESIDENTE DO BRASIL, ENGOLE ESSA:


Enquanto o presidente recebe a Classe Trabalhadora no Planalto da República, o terrorista José Serra coloca a Polícia Militar para receber a bala os professores do Estado de São Paulo. A educação no estado é um fracasso, nota 4. Estamos alertando agora para o eleitorado brasileiro o perigo de eleger um sujeito como o Zé Pedágio. Kassab é uma prova desse desastre.
 
 


JOSÉ SERRA O TERRORISTA DA AVENIDA PAULISTA:

A Mídia Nacional vem ganhando uma fortuna para ficar calada e não prejudicar a candidatura do terrorista José Serra, que tem em seu bando, Fernando Henrique Cardoso, Tasso Jereissati, Arthur Virgílio, Governador Arruda, ACM Neto...

Essas cenas falam tudo. José Serra mandou a PM de São Paulo massacrar os professores, como o terrorista Bin Laden faz no Oriente Médio. Que crueldade! Dezenas de manifestantes foram parar nos hospitais. Educação em São Paulo é trata assim, com autoritarismo e descaso.

É nesse candidato que a Elite e o PIG querem vender ao povo brasileiro?






quinta-feira, 25 de março de 2010

Comparação FHC X LULA feita pelo jornal mais importante da Inglaterra

Comparação FHC X LULA feita pelo jornal mais importante da Inglaterra




Com isenção de ânimo e sem paixões políticas, conhecer indicadores sociais e econômicos publicados pelo jornal britanico “The Economist”, comparando os Governos FHC e Lula.


A diferença, e muito grande... É bom lembrar.

LEIAM O QUE FOI PUBLICADO NO JORNAL "THE ECONOMIST"



The Economist publicou!

Situação do Brasil antes e depois: Itens

Nos tempos de 1.FHC Nos tempos de .2 LULA

Risco Brasil 2.700 pontos 200 pontos

Salário Mínimo 78 dólares 210 dólares

Dólar Rs$ 3,00 Rs$ 1,78

Dívida FMI Não mexeu Pagou

Indústria naval Não mexeu Reconstruiu

Universidades Federais Novas Nenhuma 10

Extensões Universitárias Nenhuma 45

Escolas Técnicas Nenhuma 214

Valores e Reservas do Tesouro Nacional 185 Bilhões de Dólares Negativos 160 Bilhões de Dólares Positivos

Créditos para o povo/PIB 14% 34%

Estradas de Ferro Nenhuma 3 em andamento

Estradas Rodoviárias 90% danificadas 70% recuperadas

Industria Automobilística Em baixa, 20% Em alta, 30%

Crises internacionais 4, arrasando o país Nenhuma, pelas reservas acumuladas.

Cambio Fixo, estourando o Tesouro Nacional. Flutuante: com ligeiras intervenções do Banco Central

Taxas de Juros SELIC 27% 11%

Mobilidade Social 2 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza 23 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza

Empregos 780 mil 11 milhões

Investimentos em infraestrutura Nenhum 504 Bilhões de reais previstos até 2010

Mercado internacional Brasil sem crédito Brasil reconhecido como investment grade

Obs: o primeiro dado é do FHC (ECA)  e o segundo é o do melhor presidente que este país ja teve.


Com isenção de ânimo e sem paixões políticas, conhecer indicadores sociais e econômicos publicados pelo jornal britanico “The Economist”, comparando os Governos FHC e Lula.

A diferença, e muito grande... É bom lembrar.

LEIAM O QUE FOI PUBLICADO NO JORNAL "THE ECONOMIST"

NOTICIAS DO SERRA OU ZE ALAGÃO, OU ZE PEDáGIO!

1. CASO ALSTOM E OS TUCANOS: Diretores da Alstom presos por corrupção:

Monitor Mercantil


“O Departamento de Investigações de Fraudes Financeiras da Grã-Bretanha prendeu nesta quarta-feira, em Londres, três diretores que integram o Conselho de Administração do grupo francês Alstom sob a acusação de pagamento de propina e corrupção.

Em nota, o departamento do governo britânico afirmou que suspeita que as propinas foram pagas pela empresa para vencer contratos internacionais e que há lavagem de dinheiro e outros crimes associados ao caso.

A Alstom, empresa especializada em infra-estruturas de geração de energia e transporte ferroviário, está presente em mais de 70 países e é investigada na Suíça e na França por suspeita de corrupção em negócios na América do Sul, particularmente no Brasil, onde teria feito pagamento a políticos através de uma empresa sediada no Uruguai, para obter vantagens na licitação para expansão do metrô paulista, segundo revelou o jornal Folha de S.Paulo.

Já o Wall Street Journal publicou que policiais suíços se reuniram com policiais brasileiros para discutir um total de US$ 6,8 milhões que eles suspeitam ter sido pagos por funcionários da Alstom para ganhar o contrato de US$ 45 milhões para a expansão do metrô de São Paulo. Os policiais suíços também investigam cerca de US$ 200 milhões em pases da América do Sul.”

gamentos suspeitos feitos pela Alstom em projetos em Santa Catarina e em outros países da América do Sul.”

2. Em resposta ao descaso de Serra, funcionalismo de SP entra em greve:
 
“O funcionalismo público promete fazer um bota fora para o governador José Serra (PSDB), um protesto contra a não negociação e o descaso do governo, com direito à malhação do Judas e faixas. “Estamos chamando todo o funcionalismo para participar, não apenas os grevistas. Esse bota fora vai acontecer independente da abertura ou não de negociações”, avisa a presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Centro Paula Souza (Sinteps), Neusa Santana Alves. A categoria está com greve marcada para o próximo dia 06/04.


Os servidores que já estão em greve irão intensificar as atividades nos próximos dias. Entre os professores, a paralisação deverá se estender dos atuais 55% da rede de ensino no estado, para 89% segundo a presidente da Associação dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Maria Izabel Azevedo Noronha. O aumento da adesão, segundo ela, está contando com ajuda do próprio governo. “Está sendo empurrado pelo ‘efeito-bônus’. O Serra antecipou o pagamento numa tentativa de esvaziar o movimento, mas acabou acontecendo o contrário, porque muitas escolas ficaram de fora”, diz.”

3. SERRA VAIADO EM TATUÍ - SP:


kkkkkkkkkk!

abç a todos e todas!

Mais Apoio /p Dilma!

Hoje estamos sugerindo a divulgação do vídeo do Fernando Anitelli do grupo musical O Teatro Mágico. Ele aponta os avanços na cultura durante o governo Lula e fala sobre a necessidade destas políticas continuarem com a eleição de Dilma Rousseff.




O vídeo está no seguinte endereço: http://www.youtube.com/watch?v=RTQZsBzT-0w

Eu sugiro! Assistam!

Abraço a todos e todas!

terça-feira, 23 de março de 2010

A inexplicável insistência da Folha

JOSÉ DIRCEU


Analisando os fatos relacionados à Eletronet, sou obrigado a perguntar: onde está o caso que a Folha insiste em dizer que existe?

É INEXPLICÁVEL , sob o ponto de vista jornalístico, a insistência desta Folha de S.Paulo em seguir produzindo reportagens sobre a Eletronet, procurando envolver meu nome a todo custo e trazendo sempre informações pela metade.

Não bastasse a série de textos produzidos desde 23/2, no último dia 14/3 o jornal trouxe reportagem com o título "Com Lessa, BNDES negociou o controle da Eletronet em 2003" para tentar manter aceso um caso natimorto.

Sobre essa última reportagem, tenho a dizer que a Folha insiste em fingir desconhecer que não dei consultoria para as empresas Contem Canadá e Star Overseas, mas para a empresa Adne.

O jornal também dá de ombros ao que tenho exaustivamente repetido sobre a natureza da consultoria prestada pela minha empresa: visão de negócios na América Latina.

Insiste ainda em afirmar que eu recebi R$ 620 mil, fingindo ignorar que o contrato da Adne foi com minha empresa de consultoria, que prestou serviços durante 31 meses, recebendo uma contraprestação de R$ 20 mil mensais, valor que em sua maior parte foi destinado ao pagamento de impostos, consultores, colaboradores diversos e serviços terceirizados.

O jornal procura dar ar de escândalo a uma negociação entre um banco público e uma empresa, que tinha por objetivo preservar o interesse nacional. Digo isso porque a empresa norte-americana AES, à época a principal controladora da Eletronet, estava insolvente.

O então presidente do BNDES, Carlos Lessa, autorizou-me a afirmar que nunca, em momento algum, fiz qualquer intervenção a favor de quem quer que seja, muito menos da Eletronet ou dos controladores da empresa.

Simplesmente ignorando o que disse o ex-ministro Luiz Gushiken (Assuntos Estratégicos) em entrevistas concedidas a dois jornais, a Folha insiste em fazer ilações sobre minha suposta participação, em 2005 ou mesmo anteriormente, nas discussões governamentais que envolvessem a Eletronet.

Vale lembrar ainda que a consultoria prestada pela minha empresa teve início em março de 2007, dois anos após eu ter deixado o governo e, principalmente, dois anos após as empresas Contem Canadá e Star Overseas terem adquirido a participação da empresa norte-americana AES na Eletronet.

E também que, dois meses depois de ter início o contrato de consultoria, o governo optou por disputar na Justiça os ativos da Eletronet, 16 mil quilômetros de cabos de fibras ópticas, com o intuito de utilizá-los para a implantação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

Trata-se de uma decisão claramente contrária aos interesses dos controladores privados da empresa, o que inclui o sr. Nelson dos Santos, proprietário da Star Overseas, e que tem se mostrado acertada, uma vez que a Justiça decidiu favoravelmente à União no fim do ano passado.

Há que falar também sobre a questão central levantada pela Folha, o "lucro de R$ 200 milhões" que o sr. Nelson dos Santos teria com o uso dos cabos cedidos à Eletronet para a implantação do PNBL.

Na primeira reportagem que publicou sobre o assunto, no dia 23/2, o jornal afirmava que "advogados envolvidos nesse processo estimam que, com a recuperação da Telebrás, ele (Nelson dos Santos) ganhe cerca de R$ 200 milhões".

No dia 25/2, o jornal dizia que a estimativa de lucro viera do próprio empresário. E no dia 28/2, publicava: "Nelson dos Santos afirma que tem direito a receber cerca de R$ 200 milhões como indenização, caso a Eletronet não seja reativada".

Dia após dia, desde 23/2, a Folha foi mudando sua versão sobre como o empresário ganharia os supostos R$ 200 milhões para, no dia 6/3, acanhadamente, dizer que "as chances de os sócios da Eletronet -entre eles, Nelson dos Santos, que contratou os serviços do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu- receberem alguma coisa é tida como "muito remota" pelos advogados, analisando apenas documentos até agora divulgados".

Se o empresário para o qual minha empresa prestou consultoria sobre cenários econômicos na América Latina, e não sobre a Eletronet, não será beneficiado com dinheiro público; se minha posição em artigos e em meu blog sempre foi contrária aos interesses dos controladores privados da Eletronet; se dois meses após o início da consultoria, o governo decidiu disputar os ativos da Eletronet na Justiça, o que é contrário aos interesses desses mesmos controladores privados; e se a Justiça tem decidido favoravelmente ao governo, então sou obrigado a perguntar: onde está o caso que a Folha insiste em dizer que existe?



JOSÉ DIRCEU DE OLIVEIRA , 64, é advogado. Foi ministro-chefe da Casa Civil (governo Lula) e presidente do PT. Teve seu mandato de deputado federal pelo PT-SP cassado em 2005.